11° Diálogo Brasil-Alemanha: Artificial Intelligence - Promises, Expectations, and Limitations in Science and Society

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– Sessão de Abertura
– Anúncios
– Keynote Inicial – Leibniz Lecture
– Painel 1 – Inteligência Artificial na Medicina e Assistência Médica
– Painel 2 – Regulamentação dos Impactos da Inteligência Artificial
– Sessão Especial – Programas de Fomento Alemãs e Brasileiras par Pesquisas e P&D em Cooperação Universidade-Empresas

– Anúncios
– Painel 3 – Inteligência Artificial na Ciência e na Engenharia
– Sessão Especial – Startups de AI Baseadas na Ciência
– Painel 4 – Inteligência Artificial em Humanidades
– Keynote Final
– Encerramento

COBERTURA DO EVENTO

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11° Diálogo Brasil-Alemanha coloca em questão qual tipo de inteligência artificial a sociedade deseja

Qual o tipo de inteligência artificial (IA) queremos ter? Quais as implicações éticas da IA na saúde e os problemas e soluções que ela traz nas humanidades, nas ciências e nas engenharias? Estas perguntas marcaram a 11ª edição do Diálogo Brasil-Alemanha de Ciência, Pesquisa e Inovação, realizado nos dias 7 e 8 de maio em São Paulo pelo Centro Alemão de Ciência e Inovação (DWIH) São Paulo e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

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Elisabeth André: IA analítica e generativa são oportunidades promissoras para melhorar comunicação

A professora Elisabeth André, da Universidade de Augsburg, foi a keynote speaker de abertura do 11º Diálogo Brasil-Alemanha de Ciência, Pesquisa e Inovação, realizado em maio em São Paulo e que discutiu inteligência artificial (IA). Em sua palestra, ela explorou como a tecnologia pode melhorar a interação humana-social em áreas como linguagem de sinais, linguagem expressiva e simulações sociais. Para ela, as possibilidades são animadoras.

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IA na saúde ajuda na detecção de doenças, mas traz desafios éticos

O primeiro painel do 11º Diálogo Brasil-Alemanha de Ciência, Pesquisa e Inovação, realizado nos dias 7 e 8 de maio em São Paulo, trouxe para o debate a questão da utilização da inteligência artificial (IA) na área da saúde e, em especial na medicina. Para os especialistas que participaram da discussão, ao mesmo tempo em que a tecnologia ajuda na detecção precoce de doenças e pode até prever enfermidades futuras, ela traz consigo implicações éticas que a sociedade precisa enfrentar.

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Discussão sobre regulação de IA avança no mundo, e governos já utilizam ferramentas no cotidiano

Os especialistas convidados para o segundo painel do 11º Diálogo Brasil-Alemanha de Ciência, Pesquisa e Inovação, realizado nos dias 7 e 8 de maio de 2025 em São Paulo, debateram as questões regulatórias da inteligência artificial (IA), que avançam em todo o mundo. Eles destacaram que, ao mesmo tempo, os próprios órgãos governamentais já usam IA generativa em suas atividades.

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IA acelerou caminhos na robótica, na saúde e na indústria de precisão

O uso de inteligência artificial (IA) na engenharia e na ciência foi tema do terceiro painel do 11º Diálogo Brasil-Alemanha de Ciência, Pesquisa e Inovação, realizado nos dias 7 e 8 de maio em São Paulo. Especialistas de Brasil e Alemanha concordaram que a IA vem desempenhando um papel crucial nas duas áreas, acelerando processos no desenvolvimento de robôs, em exames médicos e nas indústrias que exigem alto grau de precisão.

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Mesmo com desafios em bases de dados, IA já ajuda a preservar línguas na Amazônia

Os modelos de inteligência artificial (IA), apesar de ainda possuírem bases majoritariamente alimentadas por dados em inglês dos EUA, já ajuda a preservar registros de línguas indígenas na Amazônia. No entanto, é necessário fazer uma reflexão crítica sobre a tecnologia, em especial em relação ao letramento dos usuários. Esses foram os principais tópicos do quarto painel, sobre IA nas humanidades, do 11º Diálogo Brasil-Alemanha de Ciência, Pesquisa e Inovação, realizado nos dias 7 e 8 de maio em São Paulo.

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IA precisa aumentar capacidades humanas, não as substituir

O 11º Diálogo Brasil-Alemanha de Ciência, Pesquisa e Inovação, realizado nos dias 7 e 8 de maio em São Paulo, foi encerrado com duas keynote speeches que abriram espaço para reflexão sobre o tipo de inteligência artificial (IA) que a sociedade deseja. Para os palestrantes, é preciso pensar em uma IA que potencialize as capacidades humanas e não as substitua, e que seja definível e explicável.

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PALESTRANTES E MODERADORES

Alexandre Kuroda, fundador parceiro da startup “Arqgen”.


Anderson de Rezende Rocha, professort titular de Inteligência Artificial e Computação Forense no Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).


Christiane Woopen, cátedra Heinrich Hertz de Ética da Vida na Universidade de Bonn e diretora fundadora do Centro de Ética da Vida.


Christoph Burchard, orador fundador do Centro de Estudos Computacionais Críticos (C3S).


Claudio Pinhanez,  cientista principal no laboratório da IBM Research no Brasil e Vice-diretor do Centro de Inteligência Artificial da Universidade de São Paulo.


Daniel Aparecido Vital, co-fundador e diretor da startup “HarpiAI”.


Diogo Cortiz, professor na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e pesquisador na NIC.br.


Eduardo Zancul, professor de engenharia na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).


Elisabeth André, professora titular de Ciências da Computação e presidente fundadora da Inteligência Artificial Centrada no Humano (IA) na Universidade de Augsburg.


Elma Kerz, co-fundadora e CEO da startup “Exaia Technologies”.


Gabriel Pires, pesquisador biomédico pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).


Indra Spiecker gen. Döhmann, titular da Cátedra de Direito Público, Direito da Digitalização e Teoria do Direito na Universidade de Colônia.


Jeanette Hofmann, professora de políticas da internet na Freie Universität Berlin, chefe do grupo de pesquisa “Políticas da Digitalização” no Berlin Social Science Center (WZB), co-diretora e diretora fundadora do Instituto Alexander von Humboldt para Internet e Sociedade (HIIG) e investigadora principal do Weizenbaum Institute for the Networked Society em Berlim.


João Paulo Papa, professor titular do Departamento de Ciências da Computação na Universidade Estadual de São Paulo (Unesp-Bauru).


Juliano Maranhão, professor associado na Faculdade de Direito da USP, diretor da Associação de Pesquisa Lawgorithm sobre Inteligência Artificial, pesquisador associado no Centro de Inteligência Artificial USP-IBM e no Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial Recriando Ambientes e pesquisador parceiro da Alexander von Humboldt.


Katja Mombaur, professora titular e cátedra em Otimização e Biomecânica para Robótica Centrada no Ser Humano e diretora do Laboratório de BioRobótica na Karlsruhe Institute of Technology, vice-presidente de Atividades dos Membros da Sociedade de Robótica e Automação do IEEE, editora sênior das transações do IEEE sobre Robótica e e porta-voz do KIT da Escola de Pós-Graduação Helmholtz em Ciência da Informação e Dados para a Saúde (HIDSS4Health)


Matthias Epple, professor de química inorgânica na University of Duisburg-Essen, vice-presidente da Sociedade Acadêmica Alemão-Ucraniana, e diretor científico do Escritório de Relações América Latina da Aliança Universitária da Região do Ruhr em São Paulo/Brasil.


Paulo Mazzoncini de Azevedo Marques, professor associado de Informática Biomédica no Departamento de Imagem Médica, Hematologia e Oncologia, Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), pesquisador associado no Centro de Inteligência Artificial (C4AI) – USP e membro do Comitê de Gerenciamento no Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina (CIAAM) – USP.


Renata Mielli, presidente do Comitê Gestor da Internet Brasileira (CGI.br), assessora especial do Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação e presidente do Conselho de Administração do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).


Renata Wassermann, professora associada do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de São Paulo, parte do grupo de pesquisa em Lógica, Inteligência Artificial e Métodos Formais (LIAMF), pesquisadora no C4AI (Centro de Inteligência Artificial, IBM-FAPESP) e uma das diretoras da Lawgorithm, Associação para Pesquisa em Inteligência Artificial e Direito.


Thais Melo, endocrinologista, diretora médica e chefe de acesso ao mercado na Boehringer Ingelheim Brasil.


Willian P. Beneducci, engenheiro sênior de machine learning na Bosch, especializado em inteligência artificial.

ORGANIZADORES