Projeto ATTO: seleção aberta para um candidato

© Divulgação ATTO

A vaga é para trabalhar com comunidades criptogâmicas e seu papel no ciclo de bioaerossóis e gases traço na floresta Amazônica

O projeto Amazon Tall Tower Observatory (ATTO) está oferecendo uma vaga para biólogo / micologista / ecologista com mestrado ou doutorado. Com instalações exclusivas, centradas em torno da torre de 325 metros e duas torres de 80 metros a cerca de 150 km a nordeste de Manaus, o projeto ATTO fornece uma plataforma sem precedentes para estudar o papel da floresta tropical nos processos do sistema terrestre e clima.

A vaga é para trabalhar com comunidades criptogâmicas e seu papel no ciclo de bioaerossóis e gases traço na floresta Amazônica. Conhecimento sobre fungos tropicais ou comunidades criptogâmicas seria vantajoso. O/A cientista deverá residir desejavelmente em Manaus e ter disponibilidade para trabalho de campo, onde interagirá com grupos nacionais e internacionais envolvidos no projeto.

Para mais informações e candidaturas, clique aqui!

Saiba mais sobre o projeto: https://www.attoproject.org/

 

Sobre o projeto da torre ATTO (Amazon Tall Tower Observatory)

A torre ATTO tem o objetivo de monitorar e estudar o clima da Região Amazônica, por cerca de 20 a 30 anos, a partir da coleta de dados sobre os processos de troca e transporte de gases entre a floresta e a atmosfera. O observatório deve medir com precisão fluxos de água, dióxido de carbono (CO2) e calor, a fim de analisar o impacto do ciclo de absorção e liberação de substâncias. Os 325 metros da ATTO possibilitam o monitoramento de uma extensão de espaço atmosférico jamais alcançada antes, cerca de mil quilômetros quadrados (km²), preenchendo lacunas de monitoramento e coleta de dados feitas por satélites e outros instrumentos.

O Observatório transmite os dados para os laboratórios do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) e dos institutos Max Planck de Química e Biogeoquímica, responsáveis pela implementação do projeto.

A cooperação para construção foi inicialmente acordada em 2009 por meio de um memorando de entendimento entre o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) do Brasil e o Ministério de Educação e Pesquisa (BMBF) da Alemanha, que nomearam o Inpa e os dois institutos Max Planck como instituições coordenadoras do projeto.